O investimento em servidores é uma estratégia adotada por muitas empresas que têm infraestruturas de TI complexas. Com bons sistemas, o negócio pode executar rotinas que demandem mais recursos, além de ampliar a capacidade de armazenar dados e eliminar gargalos operacionais.

Assim, é possível agregar maior valor aos serviços da companhia, com mais competitividade e eficiência. Mas, entre o investimento em um servidor físico ou virtual, qual a melhor escolha? Qual opção é capaz de auxiliar a organização a atingir seus objetivos em médio e longo prazo?

Continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre o assunto!

Como são estruturados os servidores virtuais?

Os servidores virtuais foram criados para atender às demandas do ambiente corporativo moderno. O foco é voltado a um modelo mais eficaz, em que a camada de hardware é virtualizada​ conforme sua demanda e, assim, pode reduzir custos, além de apresentar uma performance mais escalável e eficaz, dando mais flexibilidade e performance para a empresa.

Geralmente, esse tipo de ferramenta é executado com o apoio de tecnologias e soluções como a VMWare e a Hyper-V. Assim, os processos dos servidores são migrados para ambientes virtuais, mais fáceis de serem controlados, com alta disponibilidade e escalabilidade.

A gestão dos recursos disponibilizados para os servidores virtuais ocorre de forma centralizada e organizada. A companhia pode implementar mecanismos de controle, segurança e otimização com rapidez.

Ao mesmo tempo, a escalabilidade é mais simples e o compartilhamento de infraestrutura permite um melhor uso dos recursos disponíveis, além de eliminar as chances dos equipamentos ficarem ociosos.

Qual a estrutura de um servidor físico?

Trata-se de um tipo de servidor tradicional no ambiente corporativo. As primeiras versões eram grandes equipamentos, como os mainframes — que, em alguns casos, chegavam a ocupar todo o setor de uma empresa. A evolução para a arquitetura x86 veio com uma redução de tamanho físico, o aumento da performance e a otimização do consumo de energia.

Hoje, a infraestrutura de servidores físicos em uma companhia é definida conforme o perfil das atividades executadas. Se o empreendimento necessita de 10 aplicações integradas a suas rotinas, por exemplo, ele provavelmente terá 10 servidores para garantir uma maior performance.

Consequentemente, tal modelo pode gerar um maior uso de recursos e obrigar a empresa a fazer um investimento mais alto.

Os riscos de se adotar tal servidor no ambiente corporativo

No ambiente atual, a adoção de servidores físicos pode trazer uma série de riscos para a empresa. Portanto, é importante que o gestor consiga identificar se tal escolha é realmente a mais alinhada com as demandas do negócio e se os servidores virtuais não são as melhores opções.

O primeiro ponto está na ociosidade. Ao contrário dos servidores virtuais, o não uso de parte dos recursos não implica em uma grande redução de custos: a empresa ainda deve arcar com os gastos de manutenção e prevenção de riscos dos dispositivos subutilizados.

A disponibilidade também é menor, já que a distribuição de recursos é mais complexa. Ao escolher entre um servidor físico ou virtual, muitas companhias enxergam isso como um fator de destaque — como as máquinas são projetadas para manter aplicações críticas em execução, qualquer falha pode impactar diretamente nas receitas do empreendimento, assim como na sua imagem pública e na satisfação do usuário final.

Além disso, a escalabilidade pode ser prejudicada. Sempre que o gestor precisar ampliar a infraestrutura, interrupções no funcionamento precisarão ser feitas.

Como consequência, é provável que haja atrasos e outras ocorrências que, juntas, reduzem a produtividade da companhia, atrasando o lançamento de novos serviços ou deixando o negócio atrás da concorrência.

Qual é a melhor opção para o seu caso (servidor físico ou virtual)?

Para escolher entre um servidor físico ou virtual, o gestor deve considerar vários fatores. Em conjunto, eles indicam ao negócio qual a decisão mais alinhada a seu perfil e com riscos mínimos.

Avaliando cada detalhe de seu investimento, a empresa conseguirá optar por algo mais inteligente e evitar prejuízos. Dessa forma, o retorno obtido é maximizado, ao passo que a companhia terá menos dificuldades em integrar a solução ao seu dia a dia.

Há uma lista de pontos a serem considerados quando se investe nesse tipo de ferramenta. Alguns deles são:

  • o nível de maturidade dos processos de TI;
  • as tendências do mercado;
  • o perfil da companhia, de seus processos e de sua infraestrutura de TI;
  • as demandas de cada área;
  • o tipo de otimização e a personalização que cada ferramenta oferece;
  • a flexibilidade e a escalabilidade que a empresa demanda para suas soluções de TI;
  • a quantidade de tempo e recursos financeiros de que a instituição dispõe.

Quando comparado ao servidor virtual, o físico apresenta uma série de desvantagens. Além das já citadas, podemos apontar a necessidade de alocar espaço físico dentro do ambiente de TI, a menor escalabilidade e a gestão complexa dos recursos como fatores críticos.

Facilidade de implantar mudanças

A facilidade em implementar mudanças nos servidores virtuais também é maior. Por outro lado, o tempo que serviços ficarão parados caso o negócio precise executar alguma mudança será muito menor. Assim, a empresa consegue manter um nível de produtividade contínuo e aderente aos requisitos do negócio.

Personalização

Os servidores virtuais contam com um maior nível de personalização e controle. Trata-se de um ponto de destaque para áreas mais complexas e com rígidas regulações, pois a empresa pode definir uma estrutura mais uniforme, em que todos os recursos tenham o mesmo padrão de funcionamento.

Agilidade

A implantação de servidores virtuais também é um processo mais ágil. E, em um cenário de transformação digital, isso é algo fundamental para que a companhia possa se manter competitiva.

A razão é simples: a infraestrutura de TI acompanhará as mudanças do mercado com rapidez, impedindo que os serviços e produtos do empreendimento percam vendas diante de seus concorrentes. Em resumo, na maioria dos casos em que é preciso escolher entre um servidor físico ou virtual, esse quesito deve ser considerado entre as necessidades do negócio.

Flexibilidade

Tal tipo de solução é mais flexível, tem maior capacidade de agregar as demandas da companhia e pode ser gerenciado de maneira centralizada. Dessa forma, o negócio é capaz de garantir a seus profissionais uma infraestrutura de TI com alto nível de performance e disponibilidade.

Isso tornará a execução de serviços mais segura e personalizável. Assim, a empresa atingirá metas e objetivos de médio e longo prazo com muito mais visibilidade e garantirá mais eficiência para a infraestrutura adquirida.

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